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sábado, 30 de agosto de 2014

Explorações Gastronómicas: Cantina das Freiras





Dia folga a meio da semana é, geralmente, dia de explorações pela cidade de Lisboa. A parte boa é que há sempre qualquer coisa que ainda não descobri ou visitei e, esta semana, voltei-me para a gastronomia.

A Susana do blog Ao Virar da Esquina já me tinha falado de uma cantina algures em Lisboa onde se come "bem e barato" e, na semana passada, acrescentou dois outros sítios a não perder: uma esplanada num terraço em Lisboa, e uma fábrica de pastéis de nata na Baixa. 


Comecemos então pelo almoço na Cantina das Freiras

Onde fica ?
Conhecem a Brasileira ? Comecemos então a partir daí. 



Entram na Rua Serpa Pinto (indicada com a seta) e seguem sempre em frente.
Irão passar o Largo de São Carlos e o Museu do Chiado. 

Chegados ao cruzamento com a Rua Vítor Cordon, atravessam para o outro lado e seguem em frente.

Chegando então ao outro lado da estrada, estarão na Calçada do Ferragial.
Andam alguns metros e viram na primeira à esquerda.

Ora aqui está! 
Provavelmente quando aqui chegarem já ouvem o som dos talheres (foi assim que eu percebi 
que estava perto). No cimo das escadas, viram à vossa esquerda e depois é só procurar o n.º 1. 




Como é ?



Pessoalmente gostei bastante. Principalmente porque só nos apercebemos da relíquia que é quando lá chegamos.

Assim que transpomos a porta de entrada, é este o cenário.
Hum... 

Existem vários menus à escolha:
Menu Falua: 1 fatia de quiche + salada = 2.90 €
Menu Caravela: Omelete + Salada = 2.50 €
Menu Cruzeiro: pão + prato + sopa ou sobremesa = 6.50 €
Menu Fragata: sopa + baguete mista = 3.50 €


Como o elevador não é aconselhado a claustrofóbicos,
fui pelas escadas e encontrei este cartaz.



E eis-nos finalmente na Cantina propriamente dita ...


Podemos escolher entre comer na esplanada ou nesta sala
(é muito maior do que parece e há mais lugares por trás de mim)

E, como estamos numa cantina, tiramos o tabuleiro e escolhemos um dos
dois pratos do dia: carne ou peixe.



Depois, é só pegar no tabuleiro, sair e pensar: como é que eu ainda não tinha vindo aqui ?!








Comi uns belos croquetes com arroz de cenoura e uma gelatina e será, sem dúvida, um sítio onde espero voltar em breve! 


[para a próxima digo-vos onde encontrar a tal esplanada e os pastéis de nada]



quarta-feira, 11 de junho de 2014

EMEL e a política de (des)mobilidade urbana


A EMEL, Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa, foi criada por deliberação da Assembleia Municipal de Lisboa em 1994, enquadrada na chamada « política integrada de estacionamento » que tem como principal objectivo « potenciar a utilização de transportes públicos (...) reduzindo o congestionamento e melhorando a qualidade do ambiente urbano » (in, Definição do Plano Estratégico e do Novo Modelo Tarifário para a EMEL) 

Até aqui, tudo bem... Mas, vamos então espreitar a página da EMEL e ver quais são as suas principais prioridades: 

A médio prazo, em relação à gestão do estacionamento, a EMEL definiu como principais prioridades até 2013:
  • Construção de 4 parques de estacionamento em estrutura (1 parque por ano) - 2.000 novos lugares: Investimento 16.ooo.ooo €
  • Construção de 11 parques de estacionamento em superficie - 4.000 novos lugares: Investimento 2.578.000 €
  • Renovação e Modernização de 1.050 parquímetros - Investimento 5.250.000 €
  • Extensão da área de estacionamento gerida pela EMEL - 10.000 novos lugares
  • Modernização e diversificação das formas de pagamento do estacionamento


Resumindo, parece que a redução do congestionamento se consegue criando milhares de lugares de estacionamento. Mas... isso não vai levar a que as pessoas tragam na mesma o carro da periferia para o centro da cidade ? E se assim for, em que medida em que a construção de « 4 parques de estacionamento em estrutura » e « 11 parques de estacionamento em superfície » contribui para reduzir o tal congestionamento ?

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Constrói-as e eles virão

« If you build them, they will come » 
(se os construíres, eles virão)

Embora esta frase, atribuída a Theodore Roosevelt se refira à construção do Canal do Panamá, parece-me que se encaixa perfeitamente se o objectivo for debater ideias sobre a forma como podemos aumentar o número de ciclistas a circular na cidade e, consequentemente, diminuir o tráfego automóvel.

O que vem primeiro, afinal ? As ciclovias ou os ciclistas ? 

O que será necessário para que quem usa o automóvel como meio de transporte, percepcione a bicicleta como uma alternativa vantajosa, viável e, acima de tudo, segura ?

Poderíamos aqui falar das alterações ao Código da Estrada, da forma como o ciclista passou a usufruiu de determinados direitos e de como isso veio aumentar a sua segurança.
A questão que agora se coloca é: será mesmo assim ? 

Quem é que nunca tinha circulado nas estradas, a par com os automóveis, antes de saírem estas alterações ? Quem faz da bicicleta o seu meio de transporte sabe que isso seria insustentável. Assim sendo, parece que a maioria de nós terá andado, durante bastante tempo, a pedalar à margem da Lei.

Ora, a questão aqui torna-se simples: há muitos ciclistas nas estradas. O que fazer ?

Bom...se proibimos que circulem na estrada, isso será visto como um incentivo à utilização do automóvel, o que vai completamente contra a sustentabilidade que tem sido promovida e incentivada noutros países europeus. Mas, por outro lado, não existem alternativas viáveis visto que, para já, temos uma ciclovia aqui e outra ali, e não uma verdadeira rede que permita circular por toda a cidade, ou até mesmo entre cidades. 

Não havia muito que se pudesse fazer... sobretudo se tivermos em conta as repercussões que qualquer decisão iria ter não só em termos políticos, como ao nível da imagem do país. Imaginemos por exemplo que se proibia a circulação das bicicletas na estrada, e que os ciclistas que o fizessem eram efectivamente multados... Se Portugal já não goza de particular fama, imaginem o gigantesco passo atrás que tais medidas implicariam. 

A solução? Permitir que as bicicletas andem nas estradas, exigindo apenas, em contrapartida, que os ciclistas respeitem a legislação em vigor. 

Não vamos negar que, em termos de mobilidade, é vantajoso. Principalmente porque nos deu legitimidade para circular na estrada. Mas... será mesmo mais seguro ? O que é que foi feito para promover essa segurança ? A operação "Pedalar em Segurança" da PSP ? Na essência, a ideia era interessante: « sensibilizar os ciclistas para os comportamentos de risco » (sim, porque também há ciclistas que precisam de ser sensibilizados para estas questões) mas, como sabemos, o fruto desta operação foram uns quantos títulos de jornal sensacionalistas, criados para induzir em erro quem só lê as letras gordas, e uns quantos artigos facciosos. Aquilo que era uma operação se sensibilização, transformou-se num circo itinerante, sem bilhete pré-comprado e com direito a participar.

Portanto... segurança ? A mesma que sentia antes destas alterações. 

Os bons condutores automóveis, já o eram e continuarão a sê-lo. 
Os donos da estrada, já o eram e continuarão a sê-lo. A não ser que se faça algo para mudar. Mas, como a fiscalização é inexistente, o mais provável é continuarem a comportar-se exactamente da mesma forma.

Qual será então, em teoria, a solução para promover o uso da bicicleta ? 

Na Holanda de 1979 (altura em que foram criadas as primeiras infraestruturas cicláveis) a resposta foi simples: constrói-as e eles virão. E a verdade é que em Den Haag, a criação dessas infraestruturas representou um aumento entre 30 a 60 % do número de ciclistas e, em Tilburg, esse aumento rondou os 75 %. 

Também na cidade de Ghent, Bélgica, que em 2012 ganhou a Eurostar Ashden Award for Sustainable Travel, as medidas adoptadas permitiram que o número de ciclistas aumentasse, entre 2008 e 2011, cerca de 15 %. E que medidas foram estas ?




  • Campanhas de marketing e promoção contínuas, com o objectivo de demonstrar que qualquer pessoa pode adoptar a bicicleta como meio de transporte, promovendo e incentivando assim a sua utilização
  • Criação de um site com informações úteis e práticas sobre a utilização da bicicleta na cidade
  • Apoio e interesse, por parte da classe política, em questões relacionadas com a promoção do uso da bicicleta e vantagens que daí advêm (resultante também do facto da cultura da bicicleta se ter tornado intrínseca)
  • Criação de locais livres de carros (como o centro da cidade) e reposicionamento do parqueamento automóvel, tornando assim, em termos comparativos, muito mais rápida a deslocação de bicicleta
  • Reformulação de ciclovias, colocando a infraestrutura fora da estrada e recolocando o parqueamento automóvel de forma a que este forme uma barreira entre o tráfego automóvel e a ciclovia
  • Criação de "Cycle Streets". Ou seja, estradas em que a bicicleta é prioritária em relação a todos os outros veículos, o que resultou num aumento significativo do número de ciclistas a circular (de 244 em Março de 2010 para 505 em Março de 2012) e uma diminuição do tráfego automóvel (259 em Março de 2010 para 192 em Março de 2012), assim como uma diminuição de 80 % de veículos a circular a mais de 50 Km/hora

Se algumas destas medidas poderiam ser adoptadas por cá ? Acredito que sim. E, o facto de existirem petições, como a da Ribeira das Naus sem Carros, demonstra que as pessoas têm vontade de se apropriarem novamente do que é seu, e de usufruir do espaço público que é de todos. Outro caso em que seria interessante: a Avenida da Liberdade. Sim, já tem faixas partilhadas nas extremidades mas, que tal vedaram essas faixas ao trânsito 2 ou 3 vezes por semana para ver como corre ? Se a construção da rotunda permitiu reduzir em 32 % os níveis de partículas inaláveis (que durante muito tempo transformaram a Avenida da Liberdade, na mais poluída do país) imaginem o que uma medida destas poderia fazer, não só em termos de poluição atmosférica mas também sonora...

Mas, não basta implementar medidas e construir ciclovias e fechar os olhos às irregularidades que espreitam a cada esquina. Lisboa não tem a tradição da bicicleta. Há um punhado de ciclistas resilientes que não abdica da bicicleta pelos mais diversos motivos mas, a grande maioria das deslocações, continua a ser feita a quatro rodas (apesar dos custos financeiros e ambientais que implica). Por isso, se queremos realmente que o número de bicicletas aumente, que as pessoas se sintam seguras a pedalar e que essa forma de transporte constitua uma vantagem em relação ao automóvel, é preciso AGIR!

De que vale ter uma ciclovia se depois temos de ir pela estrada porque está transformada em parque de estacionamento ? 





De que vale ter zonas 30 km/hora se os limites não são respeitados e as operações STOP, quando realizadas, são precedidas de um aviso com data e hora a que será respeitada ? 

De que vale construir ciclovias se não são práticas e cicláveis (desce passeio, sobe passeio) e não é feito qualquer tipo de manutenção, transformando-a numa verdadeira pista de obstáculos ?






As ciclovias deverão ser pensadas como uma alternativa viável e concretizável, construídas do ponto de vista utilitário e não de lazer, permitindo a TODOS (homens, mulheres, jovens, crianças, idosos, pais a transportar crianças) que as utilizem sem ter de recorrer à estrada como alternativa pois, se há quem tenha a destreza para circular entre os automóveis, há quem não se sinta seguro e, enquanto o ideal « bicicleta = segurança » não for alcançado, os números manter-se-ão, assim como a tendência de ir de carro para todo o lado.






Fontes:
Eltis-The Urban Mobility Portal
Diário de Notícias
Ashden Case Study
How the Dutch got their cycle paths
Ghent Campaing


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Buracos, Buraquinhos e Túneis até ao Centro da Terra

De acordo com a Câmara Municipal de Lisboa, « O Município de Lisboa criou uma Rede de Percursos e Corredores, que se caracteriza por ser contínua, de malha fechada, articulada com os transportes públicos e com o Património Ecológico e Cultural e, até mesmo, articulada com os Concelhos vizinho (...). » (Fonte: http://www.ciclovia.pt/)

Bom... naturalmente que, enquanto ciclista citadina que utiliza a bicicleta nas suas deslocações diárias, considero que algumas ciclovias são melhores do que nenhuma mas, neste caso, parece-me um quanto megalómano falar de uma «Rede de Percursos e Corredores» quando o que temos são ciclovias aqui e ali e, por vezes, sem qualquer articulação entre elas.

Mas não ficamos por aqui ...

A C.M.L. refere que a rede se caracteriza « por ser contínua ». Ora, não sou especialista em planeamento urbanístico e, o meu conhecimento sobre infraestruturas urbanas baseia-se apenas na utilização que faço delas mas, se tivesse de de adjectivar as ciclovias de Lisboa, "contínuo" não seria, de todo, a minha opção (talvez a minha escolha recaísse sobre qualquer coisa como "atribulado" ou "manhoso").

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

É como andar de bicicleta!



Costuma-se dizer que "é como andar de bicicleta: nunca se esquece!" E se repararmos, mesmo que passemos vários anos sem pedalar, quando nos sentamos ao selim e agarramos o guiador, sabemos o que fazer. Claro que podemos estar um pouco enferrujados e ziguezaguear durante alguns metros mas, rapidamente reaprendemos como fazê-lo.

Muitos de nós, têm uma longa história com a bicicleta: uma história de arranhões, quedas e ossos partidos. Outros, nunca caíram e esperam nunca vir a fazê-lo. Temos os que aprenderam, ainda em pequenos, a andar de bicicleta, e aqueles que só o fizeram na idade adulta. Mas, em algum momento da nossa vida, decidimos que queríamos domar este estranho artefacto de duas rodas que parece exigir alguma coordenação física e equilíbrio.




No meu caso, a história envolve uma BMW azul (que na altura me parecia gigantesca!) sem rodinhas, uma tarde solarenga na Quinta do Conde e o meu instrutor particular, o Sr. Armando que, por acaso, também é o meu pai. 


Ora, o Sr. Armando nunca foi muito fã de rodinhas e tem o lema:

« Se caíres, uma coisa é certa: do chão não passas! » 

(o que, como se vê pela imagem, é um facto)








Acabei por não testar se passava ou não do chão, visto que, para além de gozar comigo (que devia ter na altura uns 10 ou 11 anos), o Sr.Armando dizia "não tenhas medo que o pai não te deixa cair!". E não deixou. 

Lá andámos com ele a segurar no volante e no selim, depois só no selim e depois, ouço um: « Onde é que tu vais ? » . Estava a pedalar sozinha! 

Mas, nem todos aprendermos a andar de bicicleta em pequenos. E, apesar de haver uns quantos adultos com o bichinho de pedalar, o receio de caírem no ridículo acaba por levar a melhor. 

Se repararmos, quando somos pequenos, não ligamos muito a quedas espalhafatosas. Qual a pior coisa que pode acontecer ? Partir um braço ? E qual é o problema se temos dois? 

No entanto, com a entrada na adultez, muitas pessoas acabam por se desculpar com o "já estou velho para aprender", "não tenho tempo", "já viste a vergonha que passo se cair da bicicleta ? ". E apesar de até acharem que gostavam de umas pedaladas domingueiras, acabam por não o fazer.

Mas, nunca é tarde para aprender e hoje em dia, existem já várias escolas de condução para bicicletas (para os mais tímidos) ou, se preferirem, ciclovias pouco frequentadas onde se podem espalhar ao comprido sem ninguém ver. Uma coisa é certa: do chão não passam! 



E vocês, recordam-se de como aprenderam a andar de bicicleta ?

Partiram alguns ossos ou correu tudo sobre rodas ?















    sábado, 8 de fevereiro de 2014

    Mais direitos ... menos prudência ?

    Há quem defenda que, desde a entrada em vigor das alterações ao Código da Estrada, os automobilistas andam "mais agressivos". 




    Nas redes sociais multiplicam-se os testemunhos de ciclistas que, a determinado ponto do seu trajecto diário, se viram alvo de razias propositadas, buzinadelas e até um ou outro    « ISSO É PR'ANDAR NO PASSEIO!!! ».



    Mas ... (e correndo aqui o risco de ser crucificada numa bicicleta enquanto me atiram câmaras de ar e garrafas de óleo de corrente): estarão os automobilistas mais agressivos ou nós, ciclistas, menos cautelosos ?


    Vejamos: quando não estamos no nosso "ambiente natural", que até há bem pouco tempo poderia ser representado pela estrada, estamos naturalmente mais alerta. Um pouco como... quando roubamos a última bolacha do pacote (e o deixamos vazio no armário) ou quando tentamos entrar sorrateiramente no elevador da estação do metro apesar de sabermos que o seu transporte aí é proibido. Tentamos ser discretos e, sobretudo, estamos em alerta.


    Com as alterações vieram mudanças bastante positivas que, como sabemos, nos conferem direitos que não tínhamos com o propósito de criar condições para que possamos circular em segurança. Será que ... ao termos esta segurança ilusória (ilusória no sentido que não existe, na prática, uma barreira física que impeça que um automobilista adopte uma condução que possa colocar em risco a integridade do ciclista, como é o caso das razias) teremos baixado as defesas e, consequentemente, estaremos menos prudentes ?


    Qual a vossa opinião e, o que mudou na forma como circulam ?



    domingo, 5 de janeiro de 2014

    Manipular para Reinar


    Muito se tem discutido sobre as opiniões de Carlos Barbosa, Presidente do ACP, às alterações do Código da Estrada. Mas eis que entra um novo peão no jogo: Paulo Pereira de Almeida, um entusiasta da crucificação dos ciclistas a par da deidificação dos automóveis (consta que já está a ser construído um santuário ali para os lados do Entroncamento).


    Antes de mais, espreitem o artigo de opinião publicado ontem no Jornal de Notícias cujo título, por si só, já deixa antever o que aí vem:





    Se já leram o artigo e são ciclistas, estarão provavelmente a espumar pela boca e a pensar criar um evento no Facebook chamado Vamos Furar os Pneus do Carro do Paulo Almeida. 

    Se já leram o artigo e são automobilistas, deverão estar a acenar com a cabeça e a concordar que os ciclistas deviam realmente ser banidos das estradas e que estas alterações são uma vergonha que só mostra que "somos um País do terceiro mundo" e afins.


    Eu chamo-lhe: manipular para reinar.

    sábado, 14 de dezembro de 2013

    O Natal em Bicicleta



    Agora que só faltam dez dias para o Natal, acho que já posso tocar no assunto sem que isso seja considerado "fora de época" (como os enfeites nos centros comerciais no final de Outubro).




    E o que é que a bicicleta tem a ver com o Natal ? Tudo.

    sábado, 7 de dezembro de 2013

    Malditos Ciclistas!!!

    No post de ontem "O quê?!?! Uma bicicleta na ciclovia?" falámos do peão aéreo e do peão Haka Maori mas, estes dois estão longe de representar toda a amálgama de espécimes com que os ciclistas que circulam na ciclovia se deparam diariamente. Sim, di-a-ri-a-men-te.

    Vamos lá então,

    sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

    O quê ?!?! Uma bicicleta na ciclovia ?

    Todo o ciclista que circule numa ciclovia já se deparou com este flagelo: os peões que se passeiam aos pares, ocupando toda a largura duma via destinada, imagine-se, às bicicletas!


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