sábado, 23 de novembro de 2013

De bicicleta para o emprego ? Que horror !


Na cidade das sete colinas, muitos são aqueles que continuam a preferir levar o carro para o emprego. Mesmo que isso implique enfrentar diariamente uma horda de condutores irritados, filas de trânsito que nunca mais acabam, semáforos e mais semáforos e, claro, a habitual luta por um lugar de estacionamento.


Trocar o carro pela bicicleta poderia ser uma solução para alguns automobilistas mais aventureiros. Mas, alguns dos mitos que se geram à volta do ciclismo urbano / utilitário levam a que as pessoas permaneçam na sua "área de segurança": o carro.



Vamos então deixar-nos contagiar pelo espírito do ciclo-activismo e desmistificar algumas lendas urbanas, em que o protagonista principal é o ciclista transpirado, sem capacete e completamente encharcado que, por ironia do destino, foi atropelado por um camião desgovernado, conduzido por um motorista alcoolizado, que entrou pela ciclovia adentro e levou tudo à frente.

Quais são então, os principais mitos que desencorajam as pessoas a usar a bicicleta ?

  • As bicicletas são muito caras
  • Uma bicicleta ocupa muito espaço em casa
  • Podemos ser atropelados por algum automobilista desgovernado
  • Há muitas subidas em Lisboa
  • Não há sítio onde guardar a bicicleta
  • Quando chover vou molhar-me e depois fico doente
  • Há um grande risco de ser assaltado
  • Chego ao emprego transpirado e depois tenho de trabalhar assim
  • É mais rápido ir de carro

Nos próximos dias, a Costureira Ciclista vai dedicar-se com afinco a desmistificar estas teorias. Para quem tenha mais alguma ideia, ou conheça mais algum mito, partilhe! :) 








sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Tutorial - Alforges [parte I]

Quando trocamos o carro pela bicicleta, trocamos também um porta bagagens espaçoso por um muito mais pequeno. Torna-se assim importante optimizarmos o espaço que temos de forma a conseguirmos transportar aquilo de que precisamos que, no meu caso, são os tupperwares com o jantar, um livro e pouco mais. 

A melhor opção são os alforges. Espaçosos, práticos e, se funcionarem também como mala: perfeito. E foi assim que, depois de muita pesquisa, a Costureira Ciclista decidiu fazer os seus próprios alforges e partilhar aqui o passo-a-passo para quem queira fazer os seus. Vamos ver ?


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A Clássica de Monsanto

Dia de folga que, aqui por casa, há quem a considere sinónimo de passeio de bicicleta.


Com um frio de rachar, e depois de forrar o estômago com uma bela bifana (toda a gente sabe que peixe não puxa carroça) lá partimos para uma volta pela cidade.




Partido do Arco do Carvalhão em Campolide, seguimos pela zona de moradias que passa por baixo do Aqueduto, descemos a Calçada dos Mestres e entrámos na Av. Calouste Gulbenkian


Depois foi só descer a Rua de Campolide e, num abrir e fechar de olhos, estávamos na Ciclovia que fica junto à rotunda do Bairro da Serafina . Pelo caminho, ainda deu para fotografar a paisagem e descobrirmos que havia mais gente disposta a enfrentar o frio em duas rodas.