domingo, 1 de dezembro de 2013

Mito 3: Podemos ser atropelados por algum automobilista desgovernado

Uma das perguntas que mais vezes me colocam é se não tenho medo de ser atropelada. Costumo responder que o automobilista que me atropelar se deverá certificar que me acertou com força suficiente, ou então arrisca-se a ser perseguido até casa por uma ciclista em fúria. 

Mas a verdade é que, a primeira pedalada pela estrada pode realmente causar um pouco de taquicardia. Principalmente quando estamos habituados a ver a estrada na perspectiva do condutor automóvel que, rodeado de metal, se sente mais protegido e isolado do que o rodeia.


Como podemos então evitar acidentes e sentirmo-nos mais seguros ?

sábado, 30 de novembro de 2013

29/11/2013 - Sexta de Bicicleta



Aceitando o desafio proposto pela Sexta de Bicicleta e que consistia em enviar uma fotografia ou vídeo subordinado ao tema « A minha sexta de bicicleta, sol e castanhas », a Costureira Ciclista hoje aproveitou para sair mais cedo de casa e ir tirar umas fotografias.

Apesar de ainda ter um dia de trabalho pela frente, a pausa no recém remodelado Jardim do Campo Grande "soube-me pela vida" (como diz a minha amiga Filomena na sua gíria sertaginense). 

A conclusão é que, mesmo para quem usa a bicicleta como meio de transporte diariamente, estes novos desafios propostos pela Sexta de Bicicleta permitem-nos "viver a bicicleta" de outra forma... sobretudo quando paramos no meio da rua para lhe tirar fotografias :)

Para a semana é lançado um novo tema para as fotografias. Por isso, estejam atentos ao Facebook e participem! Juntem-se aos milhares de "malucos" que andam a fotografar bicicletas pelas ruas da cidade !












quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sexta de Bicicleta



Para os mais preguiçosos, para os adeptos do snooze do despertador e depois se atrasam, para os friorentos ou para os que não abdicam do quentinho do carro (mesmo que implique enfrentar uma horda de automobilistas), a SEXTA DE BICICLETA é o dia ideal para se aventurarem num passeio em duas rodas.


O objectivo desta iniciativa, que conta já com 1293 inscritos, é convidar os portugueses a assumirem o desafio de, à sexta feira, utilizarem a bicicleta como meio de transporte.


Assim, e à semelhança do que acontece nas degustações nos supermercados, quantas mais pessoas experimentarem, mais vão querer experimentar para ver o motivo de tanta euforia. Por isso: inscrevam-se aqui e venham descobrir porque motivo é que os ciclistas não chegam stressados ao emprego e, apesar do frio matinal, conseguem chegar com um sorriso de orelha a orelha.

Para vos aliciar ... a partir de amanhã, sexta dia 29 de Novembro, a melhor foto enquadrada no tema « A minha bicicleta, sol e castanhas » terá direito a prémio. Consultem o regulamento e saibam como participar no site da Sexta de Bicicleta




terça-feira, 26 de novembro de 2013

Bike.POP

Já conhecem o projecto Bike.Pop ? 

« A iniciativa inclui a implementação de uma oficina comunitária, a realização de acções de formação, actividades desportivas e recreativas, mas também a instalação de lugares de estacionamento para bicicletas e de uma estação urbana para a reparação de bicicletas »

Se ainda não conhecem, aproveitem para passar por lá na próxima sexta feira pelas 18:00 e aproveitem para participar no evento Entre no Intendente.




Mito 2: Uma bicicleta ocupa muito espaço em casa

A não ser que moremos num apartamento com garagem ou numa moradia, a questão da falta de espaço para arrumar a bicicleta é, em alguns casos, uma realidade.

Claro que existe sempre a opção de adoptar um estilo de vida espartano e fazer algumas alterações como, por exemplo:


  • Trocar o sofá grande e espaçoso por uns bancos de madeira

  • Utilizar a geleira do campismo para guardar a comida, em vez do frigorífico

  • Para cozinhar, trocar o fogão por uma botija da campingaz. Para além de pouparem espaço, podem cozinhar em qualquer ponto da casa. Resolvem assim a questão de ficarem na cozinha enquanto todos se divertem na sala! De certeza que as jantaradas com os amigos passaram a ser mais animadas

  • Cama. Para quê uma cama ? Um tapete de ginástica e um saco cama servem perfeitamente. Com a vantagem de que, nas noites mais frias, podem levar o campingaz para o quarto e assar marshmallows.


domingo, 24 de novembro de 2013

Tutorial - Alforges [parte II]

O último post terminou na prova final dos alforges de papel. Vimos que o tamanho é aquele que se pretende e, aparentemente, o molde vai funcionar.

Vamos então retomar e avançar mais um pouco.


PASSO 4: Passar o molde para os tecidos

Esta é aquele etapa susceptível de aperfeiçoamento. Como vos disse, é a primeira vez que faço uns alforges e portanto optei por comprar tecidos não muito caros à venda aqui. Ainda não sei, se em termos de rigidez, serão a melhor opção mas, pelo menos conseguimos ter uma noção de como fazer. Depois, é só ir aperfeiçoando.

Assim sendo, para esta fase utilizei:

2 x tecido para o exterior 
2 x tecido para forro
2 x dracalon (uma espécie de esponja fofa que dá alguma consistência)
1 x tecido padrão para a aba
2 x entretela colante para o fundo 


Mito 1: As bicicletas são muito caras

Se existisse um top 3 dos argumentos mais utilizados, creio que este ocuparia uma posição privilegiada.

Sejamos realistas: nas bicicletas, tal como em tudo, há opções para todos os gostos, necessidades e carteiras e, nem sempre a opção mais económica é uma má opção.

Claro que não faltará quem vos tente convencer do contrário e defenda com toda a convicção que uma bicicleta comprada na Sportzone ou na Decathlon e que não custe, pelo menos, o equivalente a quatro ordenados mínimos « não dá para nada! »

Não se deixem intimidar.

É verdade que, se formos pedalar pelos trilhos da Serra de Sintra, uma bicicleta single speed pode não ser a melhor opção. Da mesma forma que, se quisermos fazer acrobacias, uma bicicleta dobrável não será a mais aconselhável, independentemente do local onde foi comprada e de quanto custou.

sábado, 23 de novembro de 2013

De bicicleta para o emprego ? Que horror !


Na cidade das sete colinas, muitos são aqueles que continuam a preferir levar o carro para o emprego. Mesmo que isso implique enfrentar diariamente uma horda de condutores irritados, filas de trânsito que nunca mais acabam, semáforos e mais semáforos e, claro, a habitual luta por um lugar de estacionamento.


Trocar o carro pela bicicleta poderia ser uma solução para alguns automobilistas mais aventureiros. Mas, alguns dos mitos que se geram à volta do ciclismo urbano / utilitário levam a que as pessoas permaneçam na sua "área de segurança": o carro.



Vamos então deixar-nos contagiar pelo espírito do ciclo-activismo e desmistificar algumas lendas urbanas, em que o protagonista principal é o ciclista transpirado, sem capacete e completamente encharcado que, por ironia do destino, foi atropelado por um camião desgovernado, conduzido por um motorista alcoolizado, que entrou pela ciclovia adentro e levou tudo à frente.

Quais são então, os principais mitos que desencorajam as pessoas a usar a bicicleta ?

  • As bicicletas são muito caras
  • Uma bicicleta ocupa muito espaço em casa
  • Podemos ser atropelados por algum automobilista desgovernado
  • Há muitas subidas em Lisboa
  • Não há sítio onde guardar a bicicleta
  • Quando chover vou molhar-me e depois fico doente
  • Há um grande risco de ser assaltado
  • Chego ao emprego transpirado e depois tenho de trabalhar assim
  • É mais rápido ir de carro

Nos próximos dias, a Costureira Ciclista vai dedicar-se com afinco a desmistificar estas teorias. Para quem tenha mais alguma ideia, ou conheça mais algum mito, partilhe! :) 








sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Tutorial - Alforges [parte I]

Quando trocamos o carro pela bicicleta, trocamos também um porta bagagens espaçoso por um muito mais pequeno. Torna-se assim importante optimizarmos o espaço que temos de forma a conseguirmos transportar aquilo de que precisamos que, no meu caso, são os tupperwares com o jantar, um livro e pouco mais. 

A melhor opção são os alforges. Espaçosos, práticos e, se funcionarem também como mala: perfeito. E foi assim que, depois de muita pesquisa, a Costureira Ciclista decidiu fazer os seus próprios alforges e partilhar aqui o passo-a-passo para quem queira fazer os seus. Vamos ver ?


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A Clássica de Monsanto

Dia de folga que, aqui por casa, há quem a considere sinónimo de passeio de bicicleta.


Com um frio de rachar, e depois de forrar o estômago com uma bela bifana (toda a gente sabe que peixe não puxa carroça) lá partimos para uma volta pela cidade.




Partido do Arco do Carvalhão em Campolide, seguimos pela zona de moradias que passa por baixo do Aqueduto, descemos a Calçada dos Mestres e entrámos na Av. Calouste Gulbenkian


Depois foi só descer a Rua de Campolide e, num abrir e fechar de olhos, estávamos na Ciclovia que fica junto à rotunda do Bairro da Serafina . Pelo caminho, ainda deu para fotografar a paisagem e descobrirmos que havia mais gente disposta a enfrentar o frio em duas rodas.



III Festival da Bicicleta Solidária